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Discografia

O ano de 2017 foi um marco para a carreira de Diogo Nestor, pois lançou o seu primeiro trabalho autoral, intitulado “Caloso“.

O disco é instrumental e composto por 10 faixas com composições autorais. O álbum conta com arranjos dedicados totalmente ao formato solo e cada tema foi criado em “chord melody” (acorde e melodia simultâneos), dando um ar intimista e independente ao trabalho.

O desenvolvimento deste projeto é resultado de uma série de fatores que levaram o músico para um ambiente individual, concretizando de fato a fase musical em que se encontrava durante a criação do disco.

 Embora sem participações externas, Diogo reconhece a importância da formação em grupo, mas salienta que dessa maneira o disco se tornou um fiel retrato daquele momento.

Posteriormente, em 2018, surge o “Caloso ao vivo“; um projeto envolvendo o primeiro disco do guitarrista, que recebeu arranjos inéditos para grupo e foi executado durante o show de lançamento do disco Caloso.

Toda a produção foi organizada por Diogo Nestor e, além do show, foram registrados áudio e vídeo, que resultaram em um disco e dvd ao vivo.

Os músicos participantes do show foram: Rodrigo Parmeggiani – Piano; Rafael Moraes – Contrabaixo; Luiz Henrique Bernardon – Bateria; Maikel Simon – Trombone; Geison Dartora – Saxofone; Daniel Szuchman – Flauta e Renan Poersch – Vibrafone e Percussão.

Em 2020, lançou um trabalho intitulado como “Simbiótico“; um álbum estilo lo fi, feito em parceria com o beatmaker Marcfff.

Este trabalho envolve as referências do guitarrista, juntamente dos recursos tecnológicos característicos dos beatmakers. Uma receita resultante em lo fi/soul/jazz/mpb, com efeitos eletrônicos e guitarra.

Recentemente, em 2021, mais um trabalho foi lançado. O último projeto do guitarrista leva o nome de “Já Que Estamos Aqui” e consiste em um álbum em duo com o Luiz Bernardon (Hique) no Vibrafone. 

Nesta obra constam 7 composições inéditas e releituras de 3 temas lançados anteriormente. O estilo proposto é diretamente ligado aos ritmos brasileiros, tais como samba, bossa, maracatu, frevo, ijexá, calango, capoeira e baião.

 O papel que a guitarra desempenhou aqui (embora seja mais um disco de carreira solo) foi o de acompanhamento, com o intuito de explorar as possibilidades harmônicas e rítmicas. O vibrafone ficou encarregado de apresentar as melodias dos temas, trazendo um contraste muito interessante através dessa combinação com a guitarra elétrica. 

Embora cada instrumento tenha exercido um papel principal, também acontecem improvisos de guitarra e contrapontos de acompanhamento com o vibrafone.